✶  CADA PIEZA VIVE EN UNA DIRECCIÓN · NADA VIVE EN UNA SOLA SALA  ✶

Poetósfera › La Biblioteca › Almeida Garrett

Almeida Garrett · Romanticismo

A coroa

portugués

Bem sei que é toda de flores
Essa coroa d’amores
Que na frente vais cingir.
Mas é coroa—é reinado;
E a pôsto mais arriscado
Não se póde hoje subir.

N’esses reinos populosos
Os vassallos revoltosos
Tarde ou cedo dão a lei.
Quem hade conter, domá-los,
Se são tantos os vassallos
E um só o pobre do rei?

Não vejo, rainha bella,
Para fugir essa estrella
Que os reis persegue sem dó,
Mais que um meio—fallo serio:
É pôr limites ao imperio
E ter um vassallo só.

Sigue explorando

En el mismo libro
Fábulas—folhas cahidas · 62 piezas · A certa tragedia · A Délia
Por su autor
Almeida Garrett · 66 piezas más en la casa
Dónde vive
La Biblioteca

← A certa tragediaA Délia →

Expediente

Autor
Almeida Garrett
Título
A coroa
Lengua
portugués
Época
Romanticismo
Libro o colección de origen
Fábulas—folhas cahidas
Sala
La Biblioteca
Identificador
ws-pt-a-coroa--almeida-garrett-7b826f
Cita recomendada
Almeida Garrett, «A coroa», Poetósfera, poetosfera.com/p/ws-pt-a-coroa--almeida-garrett-7b826f.html

Las obras de dominio público se reproducen íntegras, con atribución y en la ortografía de su impreso. No pedimos datos personales para avisar de una errata; para otra cosa, escríbenos desde Sobre la casa.